O ônibus se mantinha lento, balançando monótono pelas ruas matinais, vencendo as curvas sem pressa de chegar.
Eu também não.
A cabeça ainda encostada no vidro gelado, os olhos fixos em nada, e o corpo entregue a uma espécie de torpor sem nome. Parecia que a névoa que cobria a base dos morros estava também dentro de mim.
Eu me encontrava perdida entre o zunido constante do motor e o murmúrio abafado dos passageiros. Meus dedos tamborilavam nervosos sobre a bolsa de couro sintético, um tique que desenvolvera nos últimos dias, como se meu corpo procurasse um ritmo, uma cadência que fizesse sentido em meio ao caos que minha vida se tornara.
Quando foi que tudo mudou? A
pergunta martelava em minha mente desde que acordara, insistente, como se
houvesse uma necessidade silenciosa de entender. Tentei localizar o ponto exato
da virada, o instante em que deixei de apenas ouvir Ted para começar a desejá-lo.
Fechei os olhos e deixei que
minha memória me levasse de volta ao primeiro dia. O primeiro dia de trabalho.

Bela história Joyce vc está de parabéns sua história com o ted está interessante não perco um dia das suas histórias,agora me conta vc fuma todos os dias ou não e quantos cigarros vc já está fumando por dia e vc não tem medo de chegar em casa e seus pais descobrirem e sentir o cheiro de cigarro porque é complicado
ResponderExcluirFaz 10 anos esses eventos. Fumo de 1 a 2 maços por dia.
ResponderExcluirSeus comentários são muito importantes para mim. Escrever é um processo difícil e complexo que exige tempo e dedicação. Pode não parecer, mas o que escrevo é algo muito pessoal. O interesse de vocês me ajuda a continuar.
ResponderExcluirEntão vc já é uma veterana o smoking eu sou apaixonado por mulheres fumantes não sei dizer o porquê mas eu sinto isso eu fumo também e vô falar fazer amor com sua parceira e ela fumando é muito sensual não tem coisa melhor eu amo isso e vc Joyce desculpe pergunta isso mas vc faz amor fumando é uma experiência fantástica
ResponderExcluirTudo a seu tempo.
ResponderExcluirA história continua.
Seguindo a ordem cronológica.